Uma tabela de rotas utiliza a mesma solução usada em mapas de entrega de mercadorias. Sempre que um nó necessita enviar dados para um outro nó de rede, é necessário saber para onde deve ser enviado. Se um dispositivo não puder conectar-se diretamente ao disposito de saída, então é necessário encontrar um modo de enviar o pacote de dados. Se um nó não sabe como enviar o pacote, então ele envia um pacote IP ao gateway daquela rede local. Devido a essa complexidade, um gateway necessita manter rastreado o modo como distribuir esses pacotes de dados. Para isto é utilizada uma tabela de rotas, semelhante aos mapas mentais utilizados pelos taxistas. É um banco de dados o qual mantém informação sobre diversos caminhos, como um mapa, e fornece esta informação ao nó solicitante.
Ir de carro, da cidade do Rio de Janeiro à de São Paulo, pode ser mais rápido que ir de avião. Tudo depende das condições do tráfego e do clima, no momento da viagem. Essas condições podem mudar a qualquer momento e, portanto, você tem pouco tempo para tomar a melhor decisão. O roteador de vetor de enlace possui esse comportamento, ou seja, além incorporar o comportamento dos roteadores de vetor de distância, toma decisões baseadas em desempenho da rede. A distância entre origem e destino dos pacotes é medida em saltos e tempo-de-resposta. Este tipo de roteamento utilizado o protocolo OSPF e é ideal para rotear pacotes que necessitam trafegar por meios físicos de diferentes desempenhos.
Quando penso no modo como os roteadores funcionam, inevitavelmente, penso que os atuais aparelhos de telefonia celular deveriam ser equipados com esses protocolos de roteamento e encaminhamento de voz e de dados. Se esses aparelhos são capazes de ouvir as antenas das operadoras de telefonia móvel, então devem ser capazes de ouvir e repassar, gratuitamente, mensagens captadas de celulares vizinhos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário