Uma imagem vale que mil palavras. Os pesquisadores estão descobrindo que está na hora de voltar a investir em tecnologia analógica. Uma foto de apenas 1,2 micrômetros de comprimento e largura é um bom exemplo da quantidade de dados que uma imagem pode armazenar. Na verdade não há limites pois o volume de informações extraídas de um artefato dependem da capacidade de interpretação de cada de nós, arqueólogos e forenses que o digam.
Se uma imagem contém mais informações que uma infinidade de bytes, então o correto seria transportar, via rede, imagens e interpreta-las ao serem exibidas no computador de destino. Evoluir para a tecnologia analógica causaria uma desaceleração no avanço da tecnologia digital.
Um triângulo, por exemplo. É uma imagem e pode a ser representada na forma digital ou analógica. A tangente do ângulo formado pelo cateto adjacente e a hipotenusa, quando tende a infinito possui uma infinidade de bytes e não pode ser representado na forma binária, mas imaginado (representado através de imagens).
Se a tangente de um triângulo pode ser representado por uma curva, então podemos armazenar ou transmitir a curva ao invés de bits representando a imagem curva. Acontece que os equipamentos de comunicação entre computadores já fazem isto, transmitem curvas. O que falta é mudar o método de interpretação desses dados, ou seja: não transformar essa imagem bits novamente. Se um dia isto for possível, o tempo de transmissão de qualquer quantidade de bytes será igual ao tempo de transmissão de apenas uma curva.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010110040524
sábado, 31 de maio de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário