sábado, 31 de maio de 2008

O Fim Dos Hard Disk Drives

Segundo pequisas, por volta de 2010, 10% dos notebooks serão equipados com SSD ao invés de HDD, podendo atingir 25% em 2011, apenas um ano.

O crescimento da capacidade de armazenamento em SSD virá acompanhada de uma drástica redução no custo por bit. Como exemplo temos o Apple MacBook Air. Um Air Model com 64GB é aproximadamente 1200 dólares mais caro que um HDD com 80GB

Especialistas afirmam que o preço das memórias flash deve ter uma redução de 50 porcento ao ano, a diferença de preço entre as tecnologias SSD e HDD deve ser reduzida para 40 porcento.

Dispositivos SSD não possuem peças mecânicas. Dispositivos HDD, em contrapartida, utilizam cabeçotes de leitura e gravação flutuando sobre discos giratórios. Sem peças mecânicas, dispositivos SSD evitam falhas mecânicas atrasos na obtenção e recuperação de dados causados pelo movimento de peças mecânicas. Consequentemente, dispositivos SSD são de um modo geral mais rápidos e mais confiáveis.

Fonte: www.cnet.com

Um Zilhão de Bytes

Uma imagem vale que mil palavras. Os pesquisadores estão descobrindo que está na hora de voltar a investir em tecnologia analógica. Uma foto de apenas 1,2 micrômetros de comprimento e largura é um bom exemplo da quantidade de dados que uma imagem pode armazenar. Na verdade não há limites pois o volume de informações extraídas de um artefato dependem da capacidade de interpretação de cada de nós, arqueólogos e forenses que o digam.

Se uma imagem contém mais informações que uma infinidade de bytes, então o correto seria transportar, via rede, imagens e interpreta-las ao serem exibidas no computador de destino. Evoluir para a tecnologia analógica causaria uma desaceleração no avanço da tecnologia digital.

Um triângulo, por exemplo. É uma imagem e pode a ser representada na forma digital ou analógica. A tangente do ângulo formado pelo cateto adjacente e a hipotenusa, quando tende a infinito possui uma infinidade de bytes e não pode ser representado na forma binária, mas imaginado (representado através de imagens).

Se a tangente de um triângulo pode ser representado por uma curva, então podemos armazenar ou transmitir a curva ao invés de bits representando a imagem curva. Acontece que os equipamentos de comunicação entre computadores já fazem isto, transmitem curvas. O que falta é mudar o método de interpretação desses dados, ou seja: não transformar essa imagem bits novamente. Se um dia isto for possível, o tempo de transmissão de qualquer quantidade de bytes será igual ao tempo de transmissão de apenas uma curva.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010110040524

terça-feira, 27 de maio de 2008

Armazenamento,Transmissão e Processamento

Acabo de comprar um novo computador cujo HD é capaz de armazenar até 120 gigabytes, quarenta a mais que o anterior, o qual, durante três anos, consegui ocupar menos da metade de sua capacidade. Cabe ressaltar que não tenho o hábito de baixar músicas ou filmes a partir da Internet, prefiro comprar-los à moda antiga, nas lojas. Até quando, não sei. Empresas como Yahoo e Google oferecem diversos serviços de armazenamento de documentos, músicas, filmes, emails, sem limites de alocação de espaço em disco.

Há algum tempo os programas de computador eram desenvolvidos em função da baixa transmissão de dados entre dispositivos de entrada e saída, memória e processador. Ainda há uma infinidade de programas com esse comportamento, mas precisam ser substituídos por programas que utilizem ao máximo a capacidade de recursos disponíveis nos computadores atuais.

Lembro-me que há algum tempo a moda era descentralizar e distribuir processamento. Isto foi na verdade uma alternativa a falta de recursos de hardware disponíveis naquela ocasião. Atualmente há recursos em excesso. Está difícil de escolher quem guardará Meus Documentos, Minhas Imagens, Meus Vídeos.

O motivo da compra de um novo computador foi o surgimento de um defeito irrecuperável no antigo computador. Naquele momento tive uma surpresa agradável. Meus documentos, imagens, vídeos e emails, estavam guardados na Internet. Portanto tive apenas que comprar um novo computador e esquecer o velho.

Guardar documentos na Internet é mais seguro que guarda-los em um computador pessoal ou corporativo. Se você esconder um documento na Internet e não revelar as informações de acesso àquele documento, acredite, será tão díficil acha-lo quanto procurar uma agulha no palheiro. Outro aspecto importante, no que diz respeito a segurança, está na facilidade em comprovar a autenticidade da data de arquivamento do documento, pois não é possível, ao usuário, alterar datas de arquivamento de documentos anexados em emails, por exemplo. Esse aspecto pode ser importante na comprovação de autenticidade de contratos.

Nos próximos dez anos, quando estivermos falando em armazenamento, transmissão e processamento, não pensaremos em dispositivos pessoais, como pendrives, cartão de memória ou velocidade de processamento de um computador pessoal, mas na imensidão desses recursos disponíveis na Internet.